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		<title>METODOLOGIA PARA PALESTRAS E WORKSHOPS ONLINE</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 21:38:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Paulo Emílio]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>COMO APRENDEMOS?</strong></h2>
<p>Aprendi a andar de bicicleta com 8 (oito) ou 9 (nove) anos, a dirigir um carro com 16 (dezesseis) e um caminhão e uma empilhadeira com 22 (vinte e dois) anos. Para mim é difícil lembrar exatamente o que aconteceu nesses dias, como foi o passo-a-passo, mas por algum motivo tenho bem forte na memória o sentimento de conquista e a alegria que foi para mim, ter aprendido a dominar cada um desses meios de transporte.<br />
A maioria das coisas que aprendemos seguiram um dos dois caminhos: Necessidade ou Vontade. O aprendizado por necessidade é aquele que temos que ter, por exemplo, para passar de ano na escola (eu tive que aprender matemática, apesar de nunca ter gostado muito). Já o por Vontade diz respeito aquele aprendizado o qual procuro por vontade própria, de forma empírica ou não, o aprendizado (eu quis aprender a dirigir um carro). Em ambos os casos utilizamos um sistema de captação de conteúdos similar, mas que parece funcionar de forma diferente para cada tipo.<br />
Para que você entenda melhor este processo de aprendizado, vou te apresentar dois estudos que ajudam nesta definição sobre o processo de aprendizado.<br />
• O primeiro foi realizado pelo pesquisador norte-americano William Edward “Ned” Herrmann, que em 1978 validou a sua metodologia e estudos sobre o cérebro lançando o “Herrmann Brain Dominance Instrument (HBDI)” no qual definia que o comportamento humano era influenciado por uma das 4 partes do nosso cérebro (superior esquerdo, superior direito, inferior esquerdo e inferior direito). Segundo Herrmann à medida que um dos lados se torna mais dominante, este pode acabar por influenciar nossas atitudes.<br />
Exemplo:<br />
o Superior esquerdo: São lógicos, críticos, técnicos e quantitativos. Adoram analisar dados, entender como as coisas funcionam, julgar e ter raciocínio lógico. São vistos como críticos.<br />
o Inferior esquerdo: São práticos, gostam de segurança, são estruturados, organizados e costumam planejar bem as coisas. Adoram seguir orientações e procedimentos, solução de problemas passo-a-passo, organização e implementação. São vistos como controladores.<br />
o Inferior direito: São emocionais, movidos a sensações e sentimentais. Destacam-se por serem bons ouvintes e venderem bem suas ideias. Buscam significado pessoal, interação grupal e são conduzidos por emoções e sentimentos. São vistos como relacionais.<br />
o Superior direito: São visuais, holísticos e inovadores. Em suas atividades gostam de ver o todo, tomar iniciativa, desafiar premissas, e ter soluções criativas para os problemas.<br />
Quer saber qual o seu perfil? Baixe o aplicativo “Jornada de Competências”, desenvolvido pela Prospecta, e descubra qual o lado dominante do seu cérebro.<br />
• O segundo foi apresentado no início dos anos 80 pelo psicólogo e neurocientista Howard Gardner. Questionando, em parte, algumas das premissas da teoria do Quociente de Inteligência<br />
(QI), que de forma resumida utilizava apenas elementos lógico-matemáticos para comparar as pessoas e dizer quem tinha mais ou menos chances de ter sucesso, Gardner demonstrou em seus estudos que os seres humanos possuem Múltiplas Inteligências e que estas, de diversas formas, podem determinar o sucesso das pessoas quando alinhadas a sua atividade laboral principal. As inteligências identificadas por Gardner são:<br />
o Lógico-matemática: Capacidade de realizar operações numéricas e de fazer deduções.<br />
o Linguística: Habilidade de aprender idiomas e de usar a fala e a escrita para atingir objetivos.<br />
o Espacial: Capacidade de reconhecer e manipular situações que envolvam apreensões visuais.<br />
o Físico-cinestésica: Potencial para usar o corpo com o fim de resolver problemas ou fabricar produtos.<br />
o Interpessoal: Capacidade de entender as intenções e os desejos dos outros e consequentemente de se relacionar bem em sociedade.<br />
o Intrapessoal: Autoconhecimento desenvolvido e capacidade de usar o entendimento de si mesmo para alcançar certos fins.<br />
o Musical: Aptidão para tocar, apreciar e compor padrões musicais.<br />
Pegando como base estes dois estudos científicos, teremos o processo de aprendizagem efetivo definido mais ou menos da seguinte forma: Se você adora tocar violão e tem facilidade<br />
para aprender e de pegar letras sem nem mesmo ler as partituras, provavelmente você tem sua inteligência musical bem desenvolvida. Se você ainda por cima tem facilidade em criar novos<br />
sons, compor canções e improvisar, eu apostaria todas as minhas fichas de que você tem o lado superior direito do cérebro bem desenvolvido (provavelmente mais do que os demais lados).<br />
Dito isto fica a pergunta: Uma pessoa com estas características e perfil, será que seria tão boa e feliz trabalhando em uma sala de contabilidade sozinha, fazendo cálculos dia após dia e trabalhando com atividades repetitivas e planilhas? Se você entendeu o que eu quero dizer com certeza sua resposta à minha pergunta é PROVAVELMENTE NÃO (assim com letras maiúsculas mesmo,<br />
para ficar bem claro).<br />
Agora pense o seguinte. Se esta pessoa pudesse viver daquilo que ela mais ama fazer, qual profissão você acha que ela escolheria? Se ela pudesse trabalhar dia após dia fazendo algo que<br />
tem muita facilidade e de que ama fazer, qual a chance de esta pessoa desenvolver diferenciais competitivos e se tornar uma referência naquilo que faz? Como você imagina que seria o<br />
aprendizado de uma pessoa que está fazendo o que ama fazer, em comparação a outra que está remando completamente contra a maré? Acho que você já entendeu onde quero chegar. Quando iniciamos o processo de aprendizado por Vontade, tendemos a utilizar melhor nossas dominâncias cerebrais e abraçar nosso perfil de inteligência característico. Ao fazer isto naturalmente, aumentamos nossos níveis de atenção, envolvimento, dedicação e curiosidade. O processo de aprendizado fica mais fácil e dinâmico. Que bom seria se todas as pessoas de uma sala de aula estivessem ali por<br />
Vontade. A verdade nua e crua é que não. Na realidade o nível de vontade pode variar bastante por idade e tipo de curso. Via de regra, com base na minha experiência como professor e tendo<br />
tido a oportunidade de ter passado por todas as etapas abaixo, os resultados são mais ou menos o seguinte:<br />
Ao analisar o gráfico acima percebemos algo extremamente relevante: Quanto mais você entende o significado e a importância de algo para você e, principalmente, paga para ter acesso a<br />
este conhecimento, o seu nível de Vontade tende a aumentar.<br />
A questão agora é a seguinte: Se parte das pessoas que estão em uma sala terão interesse natural em aprender, o que fazer para envolver os demais participantes também e, quem sabe,<br />
aumentar ainda mais o percentual de Vontade das pessoas de participar de um curso, aula ou evento com foco no conhecimento?</p>
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